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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Alongamentos

Começamos este post com uma dúvida muito comum entre os praticantes de atividades físicas: o alongamento deve ser feito antes ou depois dos exercícios? Confira a dica de Bruno Motta, educador físico do Projeto Saúde Inteligente e saiba: o alongamento é extremamente necessário, independente dos objetivos ou da modalidade a ser praticada.


O alongamento melhora a flexibilidade, previne lesões, aumenta o desempenho, minimiza as dores musculares decorrentes de uma postura inadequada ao longo do dia, ajuda na remoção do lactato, entre outros inúmeros benefícios comprovados por diversas pesquisas realizadas ao longo dos anos.  

Pois bem, depois de citados alguns benefícios que o alongamento pode trazer, qual seria o momento ideal para realizá-lo?

Ao iniciar um exercício, você precisa de um bom aquecimento nas articulações que serão utilizadas durante o treinamento, com movimentos mais amplos e dinâmicos, utilizando apenas seu peso corporal (ex: girar os braços para frente e para trás ou flexionar  e estender seus joelhos, etc).  
Isso irá preparar o seu corpo para o exercício principal e irá minimizar o desgaste articular, pois ao realizar estes movimentos, é liberado um líquido chamado de "sinovial" que funciona como um lubrificante articular, minimizando o atrito e melhorando a mobilidade da articulação envolvida.

Após o seu treino, cuide para alongar com maior intensidade, apenas a musculatura que não foi solicitada, tendo em vista a existência de micro-traumas nos músculos exercitados. 

Caso seu objetivo seja o aumento da flexibilidade, você deve dedicar um dia da sua semana para isso, tendo em vista que este tipo de treinamento é muito mais intenso do que um simples alongamento, pois como o próprio nome já diz, o objetivo é aumentar a flexibilidade muscular, indo ao limite, sendo bem mais prolongado e doloroso durante a execução dos movimentos. 

Cuide da sua postura, e mantenha hábitos saudáveis sempre, com certeza seu corpo irá te agradecer quando você precisar dele no futuro!

Bruno Motta 
Educador Físico 
CREF 014829-G/RS
www.projetosaudeinteligente.com.br



quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Exercício físico vs. Estresse

Nossa dica de hoje é de Bruno Motta, educador físico do Projeto Saúde Inteligente. O especialista fala sobre o exercício físico como aliado no combate ao estresse. Confira o texto abaixo e aproveite!


Escolhi este assunto para iniciar as postagens no blog em virtude deste tema ser um mal cada vez mais presente na vida de todos. O estresse é uma das doenças do mundo moderno que mais têm acometido o ser humano nos dias de hoje. É praticamente impossível viver sem sofrer, de alguma forma, os efeitos deletérios desse problema. Seja no ambiente do trabalho, no trânsito, em casa, ou em qualquer outra situação que gere desconforto mental, físico ou emocional, o estresse se faz presente, por isso, é mais do que essencial que  as pessoas, sob situações estressantes realizem exercícios físicos que lhes proporcionem mais prazer e bem-estar.


Estresse, segundo MICHAL (1998), é o nome dado à "resposta fisiológica, psicológica e comportamental de um indivíduo que procura adaptar-se e ajustar-se às pressões externas e internas". Em nosso organismo, o estresse age inicialmente com um aumento da pressão sanguínea, da freqüência cardíaca e suor nas palmas das mãos. A partir daí, mantendo-se a mesma exposição, inicia-se uma série de processos que podem levar a diversas doenças físicas e mentais, com magnitude diferente de cada indivíduo. O estresse também reduz a liberação de GH, hormônio do crescimento e principal responsável pelo anabolismo celular ou metabolismo construtivo, como é chamado o conjunto de reações que implicam a construção de moléculas a partir de outras, acarretando o crescimento, regeneração e manutenção de tecidos e órgãos. 

Por outro lado, indivíduos estressados aumentam a liberação de um hormônio chamado cortisol, que é conhecido por muitos como o “hormônio do estresse”. Quando estamos em situações de alto nível de estresse, ocorre uma maior liberação deste hormônio em nosso corpo, colocando nosso metabolismo em uma situação de catabolismo (degradação de massa magra e outros nutrientes). Alguns sinais do organismo exposto ao estresse são:

  • Cansaço 
  • Irritabilidade 
  • Dificuldade para concentração 
  • Perda de apetite 
  • Insônia ou sono exagerado 
  • Diminuição do desejo sexual 
  • Dores generalizadas 
  • Problemas gastrointestinais 
  • Desmotivação

A atividade física regular reduz os níveis dos hormônios estressantes no sangue, melhora a autoestima, auxilia na regulação das funções respiratórias e circulatórias e tem efeito calmante, melhorando a qualidade do sono e o desconforto muscular. Para isso, os exercícios devem ser realizados de três a quatro vezes por semana, de baixa ou média intensidade, e durante um período que pode variar de trinta minutos a uma hora. Os exercícios aeróbios ao ar livre, atividades coletivas e divertidas são recomendadas para a diminuição dos níveis de estresse. Porém, o mais importante é realizar as atividades físicas que lhe proporcionem mais prazer.

Bruno Motta
Educador Físico
Saiba mais sobre o Bruno em www.projetosaudeinteligente.com.br



segunda-feira, 5 de agosto de 2013

App para seu Apple

Nossa dica de hoje é para quem pratica a corrida como atividade física. Se você costuma correr ouvindo música, vale a pena baixar o aplicativo Nike Running. O app, disponível para iPhone e Android, realiza rastreamento GPS, dá feedbacks de áudio e possui interação com o Facebook, possibilitando que seus amigos incentivem você durante o percurso. Além disso, ele também integra as informações com Twitter e Pinterest, cronometra seu tempo, a perda de calorias (conforme seu perfil ) e sincroniza sua lista de músicas preferida. Legal, né?! Experimente!